Caríssimxs, primeiramente, atentem-se ao meu trocadilho sutil no título =D hahahahhahaha!
Enfim, como eu sempre insisto, o espírito do blog é o diálogo - a discussão.
O embate de ideias ou simplesmente a vontade de falar.
Assim, hoje venho com um texto redigido por outras mãos que não as minhas.
Trata-se de um escrito de uma grande e muito querida amiga que fala um pouco sobre sentimentos (já deu de panelinha política por aqui né?)
Reproduzo o mesmo na íntegra. Destaque para a liquidez das relações as quais estamos submetidos hoje em dia, e que nos faz olhar e buscar por outras realidades onde estaríamos mais preenchidos. É o retorno do velho escapismo, talvez o maior vício dos corações humanos.
Pax....
"Um dia desses eu estava conversando com um amigo, que chamo de irmão pelo leve costume de tratá-lo como sangue do meu sangue – informação essa irrelevante pra história – sobre os relacionamentos e as dificuldades que temos de lidar com as nossas vontades em sincronia com a da outra pessoa (em um relacionamento). No que eu lamentava e colocava expectativas de melhoras na minha situação, ele comentou que apesar de me entender, eu estava tratando meus sentimentos como se estivesse nos anos 60. E, desde deste dia que conversamos a frase que ele me falou ficou latejando na minha cabeça.
Enfim, como eu sempre insisto, o espírito do blog é o diálogo - a discussão.
O embate de ideias ou simplesmente a vontade de falar.
Assim, hoje venho com um texto redigido por outras mãos que não as minhas.
Trata-se de um escrito de uma grande e muito querida amiga que fala um pouco sobre sentimentos (já deu de panelinha política por aqui né?)
Reproduzo o mesmo na íntegra. Destaque para a liquidez das relações as quais estamos submetidos hoje em dia, e que nos faz olhar e buscar por outras realidades onde estaríamos mais preenchidos. É o retorno do velho escapismo, talvez o maior vício dos corações humanos.
Pax....
"Um dia desses eu estava conversando com um amigo, que chamo de irmão pelo leve costume de tratá-lo como sangue do meu sangue – informação essa irrelevante pra história – sobre os relacionamentos e as dificuldades que temos de lidar com as nossas vontades em sincronia com a da outra pessoa (em um relacionamento). No que eu lamentava e colocava expectativas de melhoras na minha situação, ele comentou que apesar de me entender, eu estava tratando meus sentimentos como se estivesse nos anos 60. E, desde deste dia que conversamos a frase que ele me falou ficou latejando na minha cabeça.
Não
quero um relacionamento na qual o moço vai ao meio da noite fazer
uma serenata pra mim, com direito a lua cheia no céu nem tão pouco
namorar ao lado dos meus pais no sofá. Entretanto, quero sentir, que
caso eu estivesse na década de 60, eu seria a moça que ele
escolheria pra fazer uma serenata. Não quero namorar no sofá, só
que não é má ideia passar um dia de chuva assistindo um filme
bobo, assim como também não é uma ideia ruim virar a noite numa
festa, com direito a risadas causadas pela falta de sono e o efeito
das batidas da música na cabeça.
O
que quero dizer, se é que posso querer algo, é que espero um
relacionamento que seja profundo e tenha cumplicidade e vá além das
curtidas do Facebook. Que os desentendimentos existam, as opiniões
diferentes também, mas que exista a vontade de abraçar um ao outro
e esquecer os motivos que fizeram nos afastar.
Espero
construir uma relação contemporânea, porém com as vantagens do
passado, com o respeito do passado, com a cumplicidade do passado e o
desejo que deve ser presente sempre."

