quinta-feira, 29 de maio de 2014

O DIREITO DE AMAR

Saudações caros leitores! Primeiramente a apresentação: sou Louise Dias e junto com meus amigos Mariano, Belozo e Laprano vou expor neste espaço discussões sobre polêmicas, visões políticas e sociais, pensamentos, aspirações, dentre outros temas que merecem destaque.
Colocando-me como a única representante do sexo feminino no blog, até o presente momento, não poderia deixar de trazer ao foco as questões de gênero.



O DIREITO DE AMAR

Quando as Nações Unidas proclamaram ao fim de 1948
Os trinta direitos humanos
Esqueceram, pois, de colocar
O direito de amar

Há homens que amam homens
Há homens que amam mulheres
Há mulheres que amam mulheres
Há homens que amam homens e mulheres
Há mulheres que amam mulheres e homens

Há transexuais que amam homens
Há homens que amam transexuais
Há transexuais que amam mulheres
Há mulheres que amam transexuais
Há transexuais que amam transexuais

Há pessoas que não definem uma opção sexual
E amam outras pessoas que não definem opção sexual
E amam mulheres, e amam homens e amam transexuais
O direito de amar é extenso a todo o ser humano
Ser humano, como ser, definido ou indefinido

Ser humano que ama ser humano
Homem, mulher, transexual, sem opção sexual
O direito de amar, deve se mostrar em todo lugar
Sem dor, ou pudor
Porque toda forma de amor merece ser respeitada e manifestada!

Nações Unidas proclame, pois o trigésimo primeiro direito!
E garanta a todo o ser humano o direito de amar!



2 comentários:

  1. Sensacional. Eu sou meio platônico, e acredito que amor não se vincula ao gênero ou opção sexual. Nos apaixonamos, é verdade. Mas amor é algo diferente, é compaixão pelo próximo, é gozar das alegrias e partilhar das lágrimas. Muito bonito o texto Lou.

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