Saudações caros leitores!
Primeiramente a apresentação: sou Louise Dias e junto com meus amigos Mariano,
Belozo e Laprano vou expor neste espaço discussões sobre polêmicas, visões
políticas e sociais, pensamentos, aspirações, dentre outros temas que merecem
destaque.
Colocando-me como a única
representante do sexo feminino no blog, até o presente momento, não poderia
deixar de trazer ao foco as questões de gênero.
O DIREITO DE
AMAR
Quando as Nações
Unidas proclamaram ao fim de 1948
Os trinta
direitos humanos
Esqueceram,
pois, de colocar
O direito de
amar
Há homens que
amam homens
Há homens que
amam mulheres
Há mulheres que
amam mulheres
Há homens que
amam homens e mulheres
Há mulheres que
amam mulheres e homens
Há transexuais
que amam homens
Há homens que
amam transexuais
Há transexuais
que amam mulheres
Há mulheres que
amam transexuais
Há transexuais
que amam transexuais
Há pessoas que
não definem uma opção sexual
E amam outras
pessoas que não definem opção sexual
E amam mulheres,
e amam homens e amam transexuais
O direito de
amar é extenso a todo o ser humano
Ser humano, como
ser, definido ou indefinido
Ser humano que
ama ser humano
Homem, mulher,
transexual, sem opção sexual
O direito de
amar, deve se mostrar em todo lugar
Sem dor, ou
pudor
Porque toda forma
de amor merece ser respeitada e manifestada!
Nações Unidas
proclame, pois o trigésimo primeiro direito!
E garanta a todo
o ser humano o direito de amar!

Que as pessoas a ouçam....
ResponderExcluirSensacional. Eu sou meio platônico, e acredito que amor não se vincula ao gênero ou opção sexual. Nos apaixonamos, é verdade. Mas amor é algo diferente, é compaixão pelo próximo, é gozar das alegrias e partilhar das lágrimas. Muito bonito o texto Lou.
ResponderExcluir